sexta-feira, 25 de outubro de 2013

PARA LEMBRAR EU SOLO

Convite aos amigos: Estreia hoje "Para Lembrar eu Solo  no Galpão Cine Horto. 


 o monodrama 'Para lembrar Eu Solo' conta a história de Charlotte. Mas Charlotte não é só uma, são várias e vários. Essa personagem, atravessada por diversas vozes, constituindo uma sinfonia polifônica, busca a memória. O ponto de partida do espetáculo foram as pequenas misérias humanas, tentando estabelecer um jogo com o público, um jogo sobre a lembrança e sobre a memória. Enfim, são as histórias que, sim, já foram ditas, mas que são sempre esquecidas e, por isso, é necessário que se conte de novo e de novo.


Para lembrar Eu Solo
Com Sandra Albéfaro, direção de Cristina Tolentino, texto e dramaturgia de Pedro Kalil Auad
Data: 25, 26 e 27/out e 1, 2 e 3/nov
Sextas e sábados às 21h, domingos às 19h
Local: Galpão Cine Horto – Rua Pitangui, 3613 – Horto
Ingressos R$10,00 (inteira) | R$5,00 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos
Informações: (31) 3481 5580



Ficha Técnica:
Concepção e Direção Geral: Cristina Tolentino
Texto e Dramaturgia: Pedro Kalil Auad
Atriz: Sandra Albéfaro
Canto: Babaya
Cenografia e Figurino: Marco Paulo Rolla
Design de Luz: Telma Fernandes
Trilha Sonora: Pedro Kalil Auad
Pesquisa e Preparação Corporal/Vocal: Cristina Tolentino
Videomaker: Joacélio Batista
Fotografia: Guto Muniz
Costureira: Mércia Louzeiro Alvares
Cenotécnico: Nilson Santos
Design gráfico: Rodrigo Rodrigues
Studio: Indiada Magneto 
Coordenação de Produção: Regina Célia
Assessoria de Imprensa: Canal C

Patrocinio: Una

Projeto realizado com os benefícios da Lei Municipal de Cultura
de Belo Horizonte

OUTRA PRESENÇA - MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA

 O vídeo "Sin Paso, Sin Piso" vai ser exibido novamente no MAP - Museu de Arte da Pampulha. durante o mostra de performance "Outra Presença" que vai rolar durante todo o mês de novembro por lá, performances ao vivo nos finais de semanas e palestras às terças feiras.
Fica o meu convite para todos.
http://www.outrapresenca2013.blogspot.com.br/


A CIDADE COMPARTILHA UMA HISTÓRIA PERFORMÁTICA COM O MUSEU, CARREGADA DE LEMBRANÇAS E AFETO. SUA OCUPAÇÃO ORIGINAL E SUAS PERSPECTIVAS DE CONTEMPLAÇÃO E ENTRETENIMENTO DEFINEM O ESPAÇO COMO MOTIVADOR DO ENCONTRO. NA “HISTÓRIA PERFORMÁTICA” DO MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA (MAP), HÁ UMA PROPOSTA DE TRANSFORMAÇÃO DO CORPO QUE OCUPA SEUS ESPAÇOS – SEJA DO CORPO COMUM COMO PARA O CORPO ARTE. COM ISSO, PROPÕE-SE UM RITUAL ARTÍSTICO QUE VISA À LIBERAÇÃO E DESCOBERTA DO LUGAR COMO ESPAÇO DE PENSAMENTO, AÇÃO E CRIAÇÃO. A ESTRATÉGIA CAMINHA NA ARTICULAÇÃO COM OS ARTISTAS E PESQUISADORES DA PERFORMANCE EM BELO HORIZONTE EM UM CONVITE PARA A ATIVAÇÃO DO MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA. ESSA ESTRATÉGIA SE DESENVOLVE ATRAVÉS DA OCUPAÇÃO DO ESPAÇO POR UM CONJUNTO DE AÇÕES, DIÁLOGOS E ENCONTROS CAPAZES DE PROVOCAR OUTRAS INTERPRETAÇÕES PARA A MEMÓRIA DO LUGAR, DA CIDADE E DE CADA UM.

Ana Luisa Santos, Marco Paulo Rolla e Nathalia Larsen
Curadores


VERNISSAGE
01/11/2013 – 19HS

Local: Museu de Arte da Pampulha
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585 Belo Horizonte
Tel 55 31 3277-7946 map.fmc@pbh.gov.br
Terça a domingo, das 9 às 19h
Entrada Franca | Visitas mediadas
ônibus 2212B e C, 2213, 2215A, B, C e D

Sin Paso, Sin Piso


sábado, 19 de outubro de 2013

Daily in Durban



Coleção de cartazes com manchetes sensacionalistas dos jornais diários de Durban, África do Sul. Os cartazes foram recolhidos por mim e o artista inglês  Owen Oppenheimer durante o intercambio de videomakers, Blind Spaces. O encontro foi  uma realização das iniciativas de artistas C.E.I.A. (Brasil) e Pulse (África do sul).
Os cartazes foram instalados no Sesc durante a exposição que levava o mesmo nome do projeto  no Sesc Pinheiros em Fevereiro de 2005.

 
 
 
 
 
 
 
 
 


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

MAPA:\ [Manutenção em procedimentos e apropriações]


MAPA:\ [Manutenção em procedimentos e apropriações]
Experimentações e improvisações Analógico-digitais em novos diálogos da produção contemporânea

[Descrição]

Vivemos em um mapa mutante, com a cidade progressivamente em destruição e construção. Além dos mapas territoriais, ao qual somos submetidos irrevogavelmente, somos também agentes criadores de novos mapas, estratégias cartográficas mentais, responsáveis por novas relações, associações, reorganizações e, por conseguinte, experimentações. O projeto MAPA:\ libertou-se dos modelos expositivos convencionais, para se instalar em uma casa prestes a ser demolida e que dará lugar a mais um edifício de Belo Horizonte. Apresentações de projetos audiovisuais, cerveja barata, ‘churrasquinho de gato’ e outras domesticidades, promovem o diálogo em torno da transformação dos espaços, onde as ressignificações são cada vez mais frequentes na tendência de congelamento das grandes cidades, cidades-museu. Repensar a cidade , é poder tornar a produção artística apenas um dos instrumentos de uma nova ordem transversal e descentralizada.

Ana Moravi
Azucrina Records
Bruno Rios
Coletivo 4e25
Joacelio Batista
Lucas Kröeff
Leo Pyrata
m. a. Pereira
Nelio Costa
Orgia Cruel
Paulo Nazareth
Pequenos Furtos
Pierre Souza Fonseca
Sara Lambranho
Shima

Local: Rua Cristina com Leopoldina casa verde pixada, Bairro Santo Antônio, Belo horizonte, MG
    Data:  02/09